
A primeira coisa que me chamou a atenção no capítulo um foi o subtitulo "Um caso amoroso", que revela que a relação que as crianças têm com os computadores e com as restantes tecnologias é espontanea seja qual for a sua origem social e a de seus pais, e a possibilidade de aceder a um computador.
Este "encontro" com as tecnologias é encarado com naturalidade, como se diz actualmente parece que as crianças já nascem a saber lidar com elas e o que são, para alguns pais isso é natural, mas outros têm algum receio que os conteudos a que a criança tem acesso possam corromper a sua mente, mas não só as crianças têm uma boa relação com os computadores, actualmente os pais tambem se entusiasmam com as aprendizagens que os computadores lhes proporcionam e estas costumam ser importantes na sua vida profissional.
Tambem achei interessante a história do neto do autor, Ian, aqui a relação com as tecnologias revela uma aprendizagem por repetição, pois o facto de ele por a cassete no video já era um dado adquirido, e a escolha do mesmo filme revela interesses que ultrapassam o tecnológico, e foi isso que me interessou, e que me suscitou uma questão, como é que uma criança que ainda não aprendeu a ler se interessa pelo modo como se constoem as estradas? Na minha opinião as tecnologias desenvolvem nas crianças uma curiosidade saudável que as faz querer aprender mais sobre o mundo através delas.
1 comment:
Eliane,
Cheguei um pouco tarde ao seu blogue para o comentar mas encontrei muito pouco. Que aconteceu? Só escreveu sobre o capítulo 1, colocou um vídeo sobre o LOGO e teceu uma breve nota biográfica sobre Papert...
Penso que terá de fazer algo mais para 2ª época.
Guilhermina Miranda
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