Tuesday, November 13, 2007


A primeira coisa que me chamou a atenção no capítulo um foi o subtitulo "Um caso amoroso", que revela que a relação que as crianças têm com os computadores e com as restantes tecnologias é espontanea seja qual for a sua origem social e a de seus pais, e a possibilidade de aceder a um computador.

Este "encontro" com as tecnologias é encarado com naturalidade, como se diz actualmente parece que as crianças já nascem a saber lidar com elas e o que são, para alguns pais isso é natural, mas outros têm algum receio que os conteudos a que a criança tem acesso possam corromper a sua mente, mas não só as crianças têm uma boa relação com os computadores, actualmente os pais tambem se entusiasmam com as aprendizagens que os computadores lhes proporcionam e estas costumam ser importantes na sua vida profissional.

Tambem achei interessante a história do neto do autor, Ian, aqui a relação com as tecnologias revela uma aprendizagem por repetição, pois o facto de ele por a cassete no video já era um dado adquirido, e a escolha do mesmo filme revela interesses que ultrapassam o tecnológico, e foi isso que me interessou, e que me suscitou uma questão, como é que uma criança que ainda não aprendeu a ler se interessa pelo modo como se constoem as estradas? Na minha opinião as tecnologias desenvolvem nas crianças uma curiosidade saudável que as faz querer aprender mais sobre o mundo através delas.

Seymour Papert


O sul-africano Seymour Papert é um dos maiores visionários do uso da tecnologia na educação. Em plena década de 1960, ele já dizia que toda criança deveria ter um computador em sala de aula. Na época, suas teorias pareciam ficção científica. Entre 1967 e 1968, desenvolveu uma linguagem de programação totalmente voltada para a educação, o Logo. Mas a comunidade pedagógica só passou a incorporar as idéias de Papert a partir de 1980, quando ele lançou o livro Mindstorms: Children, Computers and Powerful Ideas – no qual mostrava caminhos para utilização das máquinas no ensino.

E em relação ao livro "familia em rede", a escola deixa de ser o centro das atenções para Papert, passando a ser as relações interpessoais entre as pessoas que utilizam os computadores seja qual for o objectivo, social,cognitivo e outros.








Olá pessoal, este é o meu blog de tecnologias educativas II.
Este ano o blog vai servir essencialmente para escrever reflexões sobre o livro de leitura obrigatória da disciplina, "A familia em rede" de Seymour Papert, e tambem sobre as aulas teóricas e práticas.